Restauração ecológica de áreas degradadas pela extração de rocha ornamental
| dc.contributor.advisor | Pereira, Israel Marinho | |
| dc.contributor.advisorco | Farnezi, Múcio Mágno de Melo | |
| dc.contributor.advisorco | Negreiros, Daniel | |
| dc.contributor.author | Anjos, Thalia dos | |
| dc.contributor.institution | Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) | pt_BR |
| dc.contributor.referee | Pereira, Israel Marinho | |
| dc.contributor.referee | Farnezi, Múcio Mágno de Melo | |
| dc.contributor.referee | Azevedo, Maria Luiza de | |
| dc.contributor.referee | Assis, Igor Rodrigues de | |
| dc.contributor.referee | Kenedy Siqueira, Walisson | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-04T18:51:15Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.date.submitted | 2025-11-25 | |
| dc.description | O presente trabalho foi realizado com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A região da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, tem sido alvo da extração de rochas ornamentais. Nesta região, predominam os campos rupestres (CR), ecossistemas com peculiaridades edafoclimáticas e flora rica com muitas espécies endêmicas e ameaçadas. As modificações, devido à mineração, resultam na perda de solos e de biodiversidade, alterando a composição de espécies e reduzindo a flora, o que torna urgentes as ações de restauração ecológica (RE). No entanto, a restauração desses ecossistemas tem sido um desafio, pois não há técnicas consagradas a serem utilizadas. Logo, esse estudo teve como objetivo avaliar o status de uma área de campo rupestre quartzítico degradada pela mineração de rocha ornamental após nove anos do início da restauração ecológica com base nas variáveis químicas e físicas do solo e na composição, estrutura, riqueza e diversidade da vegetação tendo como referência uma área conservada adjacente considerada como ecossistema de referência. Para tal, foram estudadas três áreas de CR, sendo uma degradada pela mineração e que se encontra em processo de RE, uma área conservada considerada como ecossistema de referência (ER) e outra área de referência II recém-degradada (AD). Em cada área, foram estabelecidas 10 unidades amostrais para a coleta de dados sobre os atributos químicos e físicos do tecnossolo, bem como sobre dados da vegetação, como potenciais indicadores no ER e no RE. A área em RE apresentou um solo com características significativamente inferiores às obtidas para o ER, porém com semelhanças com AD. Na área em RE foram registrados maior riqueza, diversidade e abundância do que no ER, com 106 espécies, 62 gêneros (+7 morfoespécies) e 27 famílias. Já no ER, foram encontradas 74 espécies, 53 gêneros (+3 morfoespécies) e 23 famílias, além de 10 morfoespécies, sendo sete exclusivas ao RE e três de ER. As famílias Poaceae, Melastomataceae e Asteraceae tiveram maior contribuição na área de RE (≈ 51% das espécies no RE), enquanto as famílias Poaceae, Asteraceae, Vochysiaceae, Melastomataceae e Velloziaceae foram as que apresentaram o maior número de plantas no ER (≈ 47% das espécies no ER). A área ainda apresenta baixa similaridade florística com o ecossistema de referência (≈ 30%). Portanto, o período de nove anos de restauração ainda não foi suficiente para a recomposição das propriedades edáficas do substrato, porém o ambiente em RE apresenta composição e dinâmica florística própria. | pt_BR |
| dc.description.abstracts | The Serra do Espinhaço Biosphere Reserve in Minas Gerais has been subject to the extraction of ornamental rock. In this region, Rupestrian Grasslands (campos rupestres – CR) predominate, ecosystems characterized by unique edaphoclimatic conditions and a rich flora comprising many endemic and threatened species. The modifications caused by mining result in soil and biodiversity loss, altering species composition and reducing flora, making ecological restoration (RE) actions both urgent and necessary. However, restoring these ecosystems has been a challenge, as there are no well-established techniques for their recovery. Therefore, this study aimed to evaluate the status of a Quartzite Rupestrian Grassland area degraded by ornamental rock mining after nine years of ecological restoration, based on soil chemical and physical variables, as well as vegetation composition, structure, richness, and diversity, using a conserved adjacent area as a reference ecosystem. For this purpose, three CR areas were studied: one degraded by mining and undergoing RE, one conserved area considered the reference ecosystem (ER), and another recently degraded area (AD). In each area, ten sampling units were established for data collection on the chemical and physical attributes of the technosol, along with vegetation data as potential indicators in ER and RE. The area under ER showed a technosol significantly poorer than that of the ER, but with similarities to AD. In the ER area, greater richness, diversity, and abundance were recorded compared to the ER, with 106 species, 62 genera (+7 morphospecies), and 27 families, while the ER presented 74 species, 53 genera (+3 morphospecies), and 23 families. Additionally, ten morphospecies were identified, seven exclusive to the ER and three to the RE. The families Poaceae, Melastomataceae, and Asteraceae made the greatest contribution in the RE area (≈ 51% of the species), while Poaceae, Asteraceae, Vochysiaceae, Melastomataceae, and Velloziaceae had the highest representation in the ER (≈ 47% of the species). The RE area still shows low floristic similarity with the reference ecosystem (≈ 30%). Therefore, the nine-year restoration period has not yet been sufficient to fully restore the substrate’s edaphic properties, however, the restored area exhibits its own floristic composition and dynamics. | en |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | pt_BR |
| dc.description.thesis | Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Ciência Florestal, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | ANJOS, Thalia dos. Restauração ecológica de áreas degradadas pela extração de rocha ornamental. 2025. 89 p. Dissertação (Mestrado em Ciência Florestal) – Programa de Pós-Graduação em Ciência Florestal, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufvjm.edu.br/items/5b9da0b2-4def-4472-a7da-d7316d2bee72 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | UFVJM | pt_BR |
| dc.rights | Open Access | en |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 4.0 Brazil | en |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao à termo de autorização impresso assinado pelo autor, assim como na licença Creative Commons, com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e o IBICT a disponibilizar por meio de seus repositórios, sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, e preservação, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.rights.uri | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt | |
| dc.subject | Vegetação | pt_BR |
| dc.subject | Solo | pt_BR |
| dc.subject | Recuperação ambiental | pt_BR |
| dc.subject | Diversidade | pt_BR |
| dc.subject | Vegetation | en |
| dc.subject | Soil | en |
| dc.subject | Environmental recovery | en |
| dc.subject | Diversity | en |
| dc.subject | Serra do Espinhaço. | pt_BR |
| dc.title | Restauração ecológica de áreas degradadas pela extração de rocha ornamental | pt_BR |
| dc.type | Thesis | en |