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Recent Submissions
Guia do usuário do SUS de Datas: uma parceria do ensino médico e serviço público
(UFVJM, 2026) Silva, Priscila Costa; Nogueira, Luciana Duarte; Andrade, Natália Moreira
Com a educação em saúde, é possível adaptar informações e aumentar o número de pessoas que conhecem o SUS. Este Guia foi elaborado justamente com esse propósito: explicar o funcionamento do SUS em Datas, Minas Gerais, à população datense.
Aqui você encontrará informações gerais sobre o SUS, sobre a cidade de Datas e, claro, sobre o que procurar e onde procurar cada serviço do sistema público de saúde de Datas.
Aprendo com o diabetes: exercitando os números de 0 a 100: atividades educativas de apoio para crianças com diabetes
(UFVJM, 2025) Coelho, Patiely Meira; Toledo, Marileila Marques; Silva, Edson da
"Esta obra foi elaborada para apoio à educação matemática infantil. Foi criada com o intuito de auxiliar os pais e os educadores de crianças com diabetes, especialmente aquelas de escolas que desenvolvem intervenções do Projeto Diabetes nas Escolas.
Seguindo o estilo da coleção, seu conteúdo visa contribuir com a inclusão do estudante com Diabetes Tipo 1 no ambiente escolar. As atividades abordam o aprendizado dos numerais de zero a cem, de forma lúdica e com inserção de elementos presentes na rotina da criança que vive com diabetes.
As atividades também podem ser realizadas por crianças sem diabetes que convivem com alunos que possuem diabetes e que, naturalmente, também estão em tratamento dentro da escola. Nesse ambiente educativo, a criança com diabetes vivencia episódios de hipoglicemia e hiperglicemia, a utilização do glicosímetro, da caneta de aplicação de insulina, da bomba de infusão de insulina, além dos cuidados diários com a alimentação e as atividades físicas, entre outros."
Meu livro de autocuidado em diabetes: um guia para professores da educação básica com diabetes tipo 2
(UFVJM, 2025) Toledo, Marileila Marques; Silva, Edson da; Esteves, Elizabethe Adriana
Aprendendo com o diabetes: colorindo frutas de A a Z: atividades educativas de apoio para crianças com diabetes
(UFVJM, 2026) Silva, Edson da; Coelho, Patiely Meira; Toledo, Marileila Marques
Em ‘Aprendo com o diabetes: colorindo as frutas de A a Z’, a criança é convidada a aprender as letras do alfabeto enquanto (re)conhece uma ampla variedade de frutas que podem integrar uma alimentação saudável.
A proposta reúne três elementos fundamentais para a infância: o prazer de colorir, o aprendizado do alfabeto e o estímulo ao consumo de frutas no dia a dia.
Para a criança com diabetes tipo 1, em fase escolar, aprender sobre alimentação saudável desde cedo é essencial. A escolha dos alimentos é um dos pilares do manejo adequado do diabetes, e o contato frequente com frutas variadas ajuda a despertar a curiosidade, o interesse e o hábito de experimentar novos sabores. Ao colorir cada fruta e associá-la a uma letra, a criança não apenas aprende o alfabeto, mas também amplia seu repertório alimentar, reconhecendo as frutas como parte natural de sua rotina.
Este livro pode ser utilizado em casa, na escola ou em atividades educativas em saúde, sempre com o apoio de familiares e professores, transformando o momento de aprendizado em uma experiência prazerosa e significativa. As atividades têm potencial para treinar habilidades de alfabetização, coordenação motora, percepção visual, linguagem, criatividade, educação alimentar e competências socioemocionais em crianças a partir dos 5 anos.
Aprender, colorir e cuidar da saúde podem, e devem, caminhar juntos ao diabetes tipo 1.
Uso ativo e passivo de mídias digitais e o desenvolvimento da linguagem expressiva na primeiríssima infância
(UFVJM, 2025) Corrêa, Évelyn Daynnara Miranda; Morais, Rosane Luzia de Souza; Santos, Juliana Nunes; Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM); Morais, Rosane Luzia de Souza; Fonseca, Sueli Ferreira da; Santos, Pedro Perini Frizzera da Mota
Esta dissertação apresenta dois estudos, o primeiro como etapa preliminar do segundo, sobre o uso de tecnologias digitais no desenvolvimento da linguagem expressiva na primeiríssima infância. O Artigo I constitui um estudo quantitativo, descritivo e transversal que analisou sistematicamente aplicativos móveis gratuitos disponíveis no Google Play®, destinados a crianças de 24 a 36 meses. O estudo analisou 7 dos 20 aplicativos encontrados no Google Play (35% da amostra inicial) por meio de uma metodologia rigorosa que combinou observação participante com avaliação por pares utilizando escalas Likert, foram. Dos aplicativos avaliados, a maioria atingiu os critérios mínimos de qualidade (escore ≥0,60 em uma escala de 0 a 1), com desempenho notável nos domínios de interatividade (escore médio = 0,82) e potencial de aprendizado (escore médio = 0,74). O Artigo II, um ensaio clínico randomizado, aplicou esses achados, avaliando por 12 semanas os efeitos de mídia ativa (jogos educativos selecionados) versus passiva (vídeos infantis) no desenvolvimento da linguagem expressiva de 70 crianças matriculadas em creches públicas. Utilizando o Bayley-III como medida primária, os resultados demonstraram que, embora não houvesse diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p>0,05), analisado por meio do Teste de MannWhitney, apenas o grupo de mídia ativa apresentou melhora intragrupo significativa (p=0,031), por meio do Teste de Wilcoxon. Em conjunto, estes estudos fornecem: (1) um protocolo validado para seleção de tecnologias educacionais infantis, (2) evidências robustas sobre a efetividade comparativa de intervenções com mídia ativa versus passiva em contexto controlado, (3) diretrizes para práticas pedagógicas mediadas por tecnologia baseadas em critérios de qualidade mensuráveis, e (4) dados empíricos sobre os efeitos da intervenção em condições realistas. Os resultados reforçam a importância de curadoria especializada de conteúdos digitais, evidenciando que aplicativos com alto potencial de interatividade e aprendizado, quando integrados à mediação adulta estruturada, podem transformar a exposição tecnológica em oportunidades efetivas de desenvolvimento infantil, mesmo em idades precoces (24-36 meses).